quarta-feira, 28 de agosto de 2013

VAGAS LIMITADAS


quinta-feira, 15 de agosto de 2013

DESACELERAÇÃO DA ECONOMIA

Desaceleração e lenta recuperação da economia

14/08/2013 - 21:24:39

PESQUISA MUNDIAL MOSTRA PREOCUPAÇÕES DE GESTORES SOBRE O FUTURO
Desaceleração e lenta recuperação da economia

Gerenciamento de riscos, melhor controle interno e maior retorno para os acionistas
Desaceleração econômica e recuperação lenta da economia, seguida pelo receio de alterações regulatórias e legislativas e o aumento da concorrência são as preocupações de gestores sobre proble-mas que podem afetar os negócios atualmente e em um futuro próximo. Essas preocupações foram as mais citadas na pesquisa feita pela consultora e corretora Aon junto a executivos de 1.415 companhias, de mais de 70 países.
O levantamento elencou as dez maiores dificuldades para as operações dos mais variados segmentos, como agronegócios, aviação, bancos, construção, hotéis, imóveis, varejo, tecnologia e teleco-municações. A pesquisa, que é feita a cada dois anos, revelou um menor preparo das empresas para lidar com esses problemas e um aumento significativo nas perdas de receita associadas a eles.

Gerenciar riscos

Segundo Marcelo Homburger, vice-presidente executivo da Aon Risk Solutions, são muitos os benefícios de se investir em gerenciamento de riscos, como melhores controles internos, maior retorno para os acionistas e melhores padrões de governança.
“Empresas com maior maturidade entendem algo que está claro para a Aon há algum tempo: que a gestão de riscos não é apenas uma maneira de evitar prejuízos, mas também uma ferramenta para agregar valor à operação”, afirma Homburger. O estudo mostra que empresas que possuem em suas estruturas departamentos específicos para essa finalidade percebem esses benefícios melhor do que as que não possuem.
O levantamento deixa claro que os riscos fazem parte dos negócios, mas alguns de fato se sobressaem. A principal novidade é inclusão dos riscos políticos na lista de Top 10 da Pesquisa Global de Gerenciamento de Riscos de 2013, mostrando que as manifestações que varrem o planeta desde a Primavera Árabe até as realizadas no Brasil durante a Copa das Confederações, em junho, têm potencial de provocar perdas significativas aos negócios.

Intuição e experiência

Segundo Alexandre Botelho, diretor da área de consultoria em gestão de riscos da Aon Brasil, o estudo revela que muitas empresas ainda dependem da intuição e experiência dos membros da direto-ria e não contam com processos estruturados para minimizar incertezas e integrar todas as áreas nas tomadas de decisão.
“Em algumas situações, um risco pequeno pode levar a outro mais sério. Um transtorno na rede de fornecimento, por exemplo, pode resultar num impacto aos lucros e à reputação da companhia, culminar na inviabilidade de atrair ou reter talentos e, consequentemente, na impossibilidade de inovar e atender às necessidades dos clientes. É um efeito dominó que atinge todo o negócio. Todos os departamentos devem estar atentos para evitar que isso aconteça”, explica.
O executivo adverte ainda que alguns dos problemas citados na pesquisa não são seguráveis. “Parte destes riscos não podem ser transferidos através de seguros. Se a empresa não conhecer suas fragilidades e não tomar decisões bem estruturadas, ela é quem vai arcar com os prejuízos”. Não obstante, a Aon oferece as empresas um trabalho que ajuda na mitigação destes riscos através de ações que otimizam a gestão dos mesmos e consequente redução do impacto sobre as empresas, esclarece Botelho.

Panorama regional

A Pesquisa Global de Gerenciamento de Riscos 2013 teve ampla participação de empresas da América Latina, com mais de 10% da amostragem sendo dessa região. O levantamento revelou que a percepção das companhias quanto aos maiores riscos para os negócios varia de acordo com a região e a América Latina encara os desafios de mercado de maneira muito diferente da Europa e da América do Norte.
O relatório mostra que “o risco é uma questão holística, porque o que é ameaça para uma empresa pode ser oportunidade para outra”, afirmou Marcelo Homburger durante apresentação do estudo. “Essa pesquisa ajuda a entender um pouco mais o que preocupa as empresas dos mais variados setores e portes de todo o mundo. Algumas dessas preocupações dos mercados podem ser pensadas pelas seguradoras na criação de produtos; outras, não”, explica.
Além da desaceleração da economia, a relação de Top 10 riscos inclui alterações regulatórias como a segunda principal preocupação do ranking; concorrência crescente (3º); danos à reputação; insucesso em atrair ou reter talentos; fracasso em inovar para atender às necessidades do cliente; interrupção dos negócios; risco do preço de commodities; risco de fluxo de caixa e, finalmente, riscos políticos.
Aliás, o risco político, que aparece no radar das preocupações, tem diferentes matizes, considerando-se as diferentes regiões do planeta. No Oriente Médio, os empresários temem mais as ações violentas motivadas por disputas políticas; na América Latina, prevalece o risco de expropriação.

FONTE MONITOR MERCANTIL

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

GESTÃO DE RISCOS, CONTROLES INTERNOS E COMPLIANCE


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BRASIL ENGATINHA EM GERENCIAMENTO DE RISCOS

Acidente com adutora aponta: Brasil engatinha em gerenciamento de riscos
Aldir Cony

Rompimento de adutora. Foto: Reprodução
O rompimento de uma adutora da Cedae em Campo Grande, Zona Oeste do Rio de Janeiro,provocou a morte de uma menina e trouxe à tona a falta de preparo das autoridades no Brasil para lidar com acidentes desta gravidade. A conclusão é do especialista em gerenciamento de riscos Carlos Camargo, do Conselho Britânico de Segurança, que concedeu entrevista ao SRZD nesta terça-feira.
Antes de mais nada, Camargo faz questão de ressaltar que esse tipo de situação raramente é uma verdadeira fatalidade. "Acidentes assim sempre podem ser evitados", afirma.
Ele traça um paralelo com a explosão ocorrida em um depósito de combustível em Duque de Caxias, em maio, que matou uma pessoa. "No caso da Baixada, havia também a questão do licenciamento. Provavelmente essa adutora também precisaria de licença, pois se trata de uma obra que causa grande impacto ambiental".
Defensoria Pública ajudará vítimas de rompimento de adutora no Rio
Caso a obra tenha autorização, houve portanto uma falha na área de exclusão, aponta o especialista. "Trata-se da área na qual não pode haver casas, prédios, nem qualquer tipo de construção. Isso é calculado porque, em um eventual acidente, estar naquele lugar pode ser fatal", explica.
Para Camargo, mesmo se não houvesse a necessidade do licenciamento, o Estado deveria ter se preocupado com essa área de exclusão. "Em uma explosão, por exemplo, todos que estão a 200 metros podem morrer. Já em um raio de 600 metros, um acidente assim provoca queimaduras de primeiro e segundo graus".
Risco = frequência x severidade
O especialista explica que o cálculo do risco de uma instalação como uma adutora é baseado em uma fórmula simples: frequência x severidade. "O rompimento que ocorreu nesta terça é pouco frequente, mas sua severidade é muito alta, visto que uma pessoa morreu. Sendo assim, é uma situação de grande risco".
De acordo com Camargo, falta às autoridades brasileiras conhecer bem o que é, afinal, um risco. "Um município pensa que determinado risco é negligenciável, já o outro considera essa mesma situação perigosa", comenta. "Isso causa grandes problemas nas áreas fronteiriças entre esses lugares".
Outro problema apontado por Camargo é a baixa integração entre os atendimentos de emergências nos níveis municipal, estadual e federal no Brasil. Segundo o especialista, o rompimento dessa adutora mostra que o país está "engatinhando" na segurança e no gerenciamento de riscos nesse tipo de acidente.
"Os Estados Unidos estão muito à nossa frente nesse sentido", aponta. "Na Califórnia, por exemplo, há uma rota de fuga para o caso de tsunamis, mesmo sendo algo raríssimo de acontecer". Isso mostra que, nos EUA, há o entendimento de que não apenas a frequência, mas a severidade de um acidente também é um grande fator de risco.
Segundo Camargo, já passou da hora de o Brasil avançar no gerenciamento de riscos. "A Jornada Mundial da Juventude, por exemplo, foi um fracasso em termos de logística. Se algum grave acidente deixar 40 pessoas com queimaduras graves, por exemplo, simplesmente não há o que fazer com mais de 20 delas, atualmente, na cidade do Rio", comenta.
Tendo em vista os grandes eventos que o Rio ainda irá sediar, essa falta de preparo precisa ser corrigida com urgência, afirma Camargo. "Em um ano, já é possível melhorar alguma coisa. Caso isso não ocorra, o Brasil mostrará que não tem condições de receber a Copa e as Olimpíadas, por exemplo. Não quero ser alarmista, mas é uma possibilidade que precisa ser pensada".


REDUÇÃO DE RISCOS DE FRAUDES

DILEMAS ÉTICOS

Pesquisa sobre o comportamento dos profissionais brasileiros mostra que 69% dos entrevistados são flexíveis quando se deparam com dilemas éticos no seu dia-a-dia, enquanto 38%, dependendo da situação, aceitam suborno para beneficiar um fornecedor. Os dados são do estudo desenvolvido pela ICTS - consultoria e Serviços em gestão de riscos e proteção aos negócios, que entrevistou 3.200 profissionais das empresas privadas no Brasil entre 2010 e 2012. "Profissionais que mostram flexibilidade ética tendem a agir sobre pressão e não sobre princípios", analisa o consultor Renato Almeida dos Santos, um dos responsáveis pela pesquisa, e entrevistado do programa Mundo Corporativo, da rádio CBN. Almeida dos Santos alerta que é preciso acabar com o mito de que suborno é um crime sem vítima e lembra que a mesma empresa que tira vantagem de comportamentos ilegais poderá se transformar em vítima destes crimes. Na entrevista, o executivo da ICTS fala de estratégias que devem ser adotadas pelas empresas para reduzir os riscos de fraude e eliminar comportamentos antiéticos dentro do ambiente corporativo.

FONTE PREVENÇÃO DE PERDAS

AON REALIZA A APRESENTAÇÃO DE PESQUISA DE GR


PESQUISA GLOBAL DE GR

A Aon realiza no próximo dia 8 (quinta-feira) a apresentação dos resultados da Pesquisa Global de Gerenciamento de Riscos. O estudo, realizado com 1.415 companhias de mais de 70 países, demonstra as principais preocupações dos gestores sobre problemas que podem afetar os resultados atualmente e em um futuro próximo.
O levantamento elenca as 10 maiores dificuldades apontadas por executivos de diversos segmentos. O objetivo é auxiliar os empresários a compreender os riscos e tomar decisões bem estruturadas que garantam a continuidade e o sucesso dos negócios.
Segundo Marcelo Homburger, vice-presidente executivo da Aon Risk Solutions e palestrante do evento, após a crise econômica mundial muitas empresas reduziram investimentos na gestão de riscos na tentativa de conter gastos. “A estratégia não deu certo e as companhias tiveram prejuízos maiores do que a economia obtida. Para evitar perdas é necessário fazer uma avaliação cuidadosa e um preparo adequado para as fragilidades da operação”, explica. O evento acontece das 8h ao meio-dia, no Hotel Windsor Atlantica, na Avenida Atlântica, 1.020, em Copacabana.


OFFICE BRASIL ESCOLAR 2013


quinta-feira, 1 de agosto de 2013

SABER 2013


SEGURANÇA EM ESCOLAS E UNIVERSIDADES - VOLTA ÀS AULAS

Artigo sobre Segurança Escolar – Volta às Aulas  Agosto 2013
                                                
Operação Volta às Aulas

Quais são os fatores que determinam a escolha de uma instituição de ensino para a educação de nossos filhos? São inúmeros fatores, dentre eles estão,  o projeto pedagógico, a formação e qualificação dos professores, a tradição, a qualidade das instalações físicas e de atividades complementares, a localização, preço das mensalidades  e com certeza a Segurança e Infraestrutura oferecida às pessoas que participam  do processo  educacional.
Devemos saber qual é o critério de contratação de professores e colaboradores, qual o número de alunos por sala, existe laboratório de informática, quadra e biblioteca, a cantina oferece alimentos saudáveis, a escola segue as  leis de acessibilidade, e como é feita a segurança patrimonial, do trabalho, das informações e segurança dos alunos ?
Não existe escola perfeita, mas neste início de semestre , quando visitamos diversos colégios em nossas grandes cidades devemos atentar para a estrutura proporcionada pela escola que garanta a segurança física e pessoal de nossos filhos, devemos inicialmente saber quem é o responsável pela segurança da escola e saber de sua formação e capacitação, existe um projeto de segurança, plano de segurança e análise de riscos? Os componentes da segurança escolar são treinados para as suas funções de segurança amigável? Como eles comunicam-se entre si, há rádio comunicação, celulares e Nextel ?  Os pais são fundamentais no processo de efetivação de um bom  modelo de segurança educacional, a fiscalização de todos determinará a diminuição de perigos e dos riscos envolvidos.
Ao chegar à Escola você deve verificar como é o sistema de controle de acesso e identificação e se a região onde a escola é localizada é violenta ou não. Muitas vezes os crimes e   delitos são diários e o trânsito trará riscos aos seus filhos, verifique a quantidade de bares e lanchonetes no entorno e a presença de ambulantes. Atualmente na cidade de São Paulo está em vigor a lei número 14.492  da Área Escolar de Segurança   que obriga a Prefeitura a realizar um conjunto de ações preventivas em parceria com a comunidade escolar, para melhorar a segurança das escolas . A Polícia Militar do Estado de São Paulo possui os Programas de Ronda Escolar e PROERD e a GCM tem patrulhamento eficiente para as escolas municipais. A segurança escolar é assunto importante que deve ser tratado com professores, pais,  alunos e especialistas em educação e segurança para que possamos reduzir o número de ocorrências, a violência e o crime em São Paulo e região.
Outro aspecto importante a verificar é o denominado escudo escolar, veja o estado dos portões da escola, se existem alarmes, verifique se há câmeras de vigilância e monitoramento nos locais adequados, e é muito importante verificar se os equipamentos de prevenção e combate a incêndios foram inspecionados pelos Bombeiros e se a prevenção de acidentes é uma cultura da escola, fale com o técnico de segurança da instituição. Muitos acidentes ocorrem na região de quadras, piscinas  e laboratórios de física e química e estes locais devem ter normas específicas de funcionamento.
Verifique como é contratado o Transporte Escolar, se está regularizado e se  a documentação dos condutores e do veículo estão em dia, alguns colégios de São Paulo possuem veículos rastreados por satélite e equipes especializadas neste serviço.
Creio que estes pequenos lembretes podem fazer com que seu início de semestre letivo seja mais tranquilo, pois nossa atenção e dos professores  deve estar voltada à melhor maneira de educar os filhos. A parceria com a escola  é uma aliança para que a educação escolar complemente a educação familiar.

Bom segundo semestre a todos, segurança é  a prioridade .

Autor Ulisses Nascimento – Consultor  de Segurança Educacional


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