sábado, 29 de junho de 2013

GRC INTERNATIONAL 2013 - SÃO PAULO


POR UM BRASIL FORTE E SOBERANO...


quinta-feira, 13 de junho de 2013

DIVISÃO DE TREINAMENTO & DESENVOLVIMENTO DA GNA CONSULTORIA LTDA


GOVERNANÇA CORPORATIVA



O QUE É GOVERNANÇA CORPORATIVA?

A Governança Corporativa conjunto de procedimentos, leis, políticas e processos que regulam a organização no seu relacionamento com agentes internos e externos, com o objetivo de dar transparência às operações tem tido uma grande visibilidade nos últimos anos para empresas privadas e instituições públicas que pretendem ser consideradas como exemplo de "adequada estrutura organizacional". O assunto Governança tem sido controverso em sua aplicação em empresas públicas e privadas. Não é possível implementar-se uma Governança eficiente sem que as demais "ferramentas" de controles (Auditoria, Controle Interno, Análise de Processos, Medições, Análise de Risco), que constituem os principais recursos de administração e controle das operações, não tenham sido contempladas no projeto de Governança Corporativa. Abordaremos os conceitos do C.O.S.O. dentro do item CONTROLE INTERNO, metodologia utilizada para avaliação de riscos e controles praticados em uma organização. Esse treinamento apresenta os princípios essenciais para que a organização possa entender e implementar em seu modelo de Governança as atividades de controle interno e monitoramento dos processos organizacionais. 

FONTE PROF. GERARDO AMARAL




sábado, 8 de junho de 2013

COMPLIANCE É ESTAR EM CONFORMIDADE



Por Compliance entende-se o cumprimento das leis, normas, regulamentos e determinações. O termo compliance significa aquiescência e/ou conformidade. Estar “em compliance” é o mesmo que estar “em conformidade” (com uma norma, com um padrão, com o direcionamento estratégico, com a missão da empresa, etc.).

Independentemente do porte ou estrutura, toda organização precisa de mecanismos que indiquem o status de conformidade de suas atividades, processos, produtos e serviços.


FONTE FDC


A IMPORTÂNCIA DE PREVENIR PERDAS E RECUPERAR LUCROS

Varejo investe em prevenção de perdas para recuperar os lucros
Perdas somaram R$ 18 milhões no setor varejista, segundo estudo do Provar, da USP
Com concorrência acirrada e margens menores de lucro, área passa a ser estratégica, segundo especialistas

CLAUDIA ROLLIDE SÃO PAULO

Com a retomada da inflação, seu impacto no consumo e nas negociações de preços com a indústria, cresce a atenção do varejo para a área de prevenção de perdas, que pode fazer a diferença na hora de contabilizar os lucros.
Estudo do Provar (Programa de Administração de Varejo), da Fia-USP, mostra que as perdas do varejo chegaram a 1,76% do faturamento em 2011, dado mais recente disponível. O percentual representou R$ 18,5 milhões.
Participaram do levantamento 275 empresas, que, juntas, reúnem 4.486 lojas e 413 centros de distribuição.
Nos Estados Unidos, o índice de perdas foi 1,41% do faturamento do setor varejista naquele mesmo ano.
Entre as principais causas das perdas são considerados fatores externos (como furtos de clientes, problemas com fornecedores) e internos (como produtos danificados por funcionários, problemas de validade vencida).
Por segmento, foram os supermercados que apresentaram o maior índice de perdas: 1,96% do faturamento se traduziu em desperdício, ligeiramente acima da média.
Na área de farmácias e drogarias o índice foi de 0,38%. E no grupo chamado de "outros" (inclui construção civil, lojas de conveniência e roupas) foi registrado o menor percentual, de 0,19%.
O assunto é tratado com sigilo pelas redes de supermercados, que enxergam nos programas de prevenção de perdas uma forma de recuperar suas margens de lucros.
Varejistas e especialistas em consumo estimam que essas margens correspondem hoje a metade dos 4% a 5% registrados há 15 anos.
"Os investimentos que já eram significativos em prevenção de perdas devem ser ampliados ainda mais com a acirrada concorrência no setor supermercadista", diz Cláudio Felisoni, coordenador do Provar e do Ibevar (Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo e do Mercado de Consumo).
José do Egito Frota Lopes Filho, que comanda a Abad (associação dos atacadistas), tem a mesma avaliação. "Evitar o desperdício, prevenir perdas está diretamente relacionado a incremento de resultados. É uma área estratégica."
Para Eder Ismael Motin, coordenador técnico do comitê de prevenção de perdas da Abras (associação nacional de supemercados), esses investimentos têm sido feitos especialmente em equipamentos e em novas tecnologias.
"O desafio é também não transformar esse investimento em custo maior do que a própria perda", diz o executivo, que atua na rede Condor, com 35 lojas no Estado do Paraná.

FONTE FOLHA DE SÃO PAULO