sábado, 30 de março de 2013

FELIZ PÁSCOA A TODOS OS CLIENTES E AMIGOS



quarta-feira, 27 de março de 2013

LAAD 2013 - RIO DE JANEIRO



DEFENSE INDUSTRY DAY - SEMINÁRIO E RODADA DE RELACIONAMENTOS


COMDEFESA - Defense Industry Day – FIESP 2013


No dia 6 de dezembro de 2012, o COMDEFESA/FIESP participou, como convidado, de uma missão pré-evento nos EUA ( Ver matéria Link ). O objetivo da missão foi iniciar as tratativas para facilitar e promover parcerias entre as indústrias de defesa americanas e brasileiras. A missão teve como líder o Embaixador Rubens Barbosa, presidente do COSCEX/FIESP, e o diretor titular do COMDEFESA, Jairo Cândido. Na ocasião o Embaixador Barbosa discursou, frisando que, para os representantes brasileiros, era uma satisfação participar daquele momento histórico e inédito. O Ministério da Defesa do Brasil foi representante pelo General Matiolli, Diretor do Departamento de Produtos de Defesa–DEPROD–MD.

A comitiva da missão foi recebida no Conselho Empresarial Brasil-Estados Unidos, localizado na U.S. Chamber of Commerce, em Washington, D.C., pelo Embaixador do Brasil nos EUA Mauro Silva, e por empresários das indústrias americanas como a Boeing, Raytheon, Altrius Group, BAE Systems, Cisco Systems, The Cohen Group, Embraer, General Eletric, Harris Corporation, Honeywell, Lockheed Martin, LORD Corporation, McLarty Associates, Motorola, OCR Services, Rockwell Collins e TriMas Corporation, membros associados ao Conselho que é liderado pela sua Diretora Executiva do Conselho Empresarial Brasil-Estados Unidos, Monique Fridell.

Em sua apresentação, o General Matiolli ressaltou a Lei da END, que determina que a compra de material de defesa, na ausência de similar nacional, deverá ser realizada no exterior por meio de uma indústria brasileira com capacidade de absorver tecnologia. O COMDEFESA/ FIESP apresentou por intermédio do Sr. Sérgio Vaquelli, o Sistema FIESP-SESI-SENAI-IRS e dados da indústria de defesa, mencionando as dificuldades para implantar parcerias e a necessidade dos setores privados do Brasil e dos Estados Unidos trabalharem em conjunto.

A ABIMDE, também presente, apresentou informações sobre os seus associados, assinalando algumas dificuldades do setor, como pontos a serem discutidos.

O EVENTO - ‘’DEFENSE INDUSTRY DAY – FIESP 2013’’

O pré-evento, “Defense Industry Day – FIESP 2013”, que será organizado pela FIESP/COMDEFESA, nos dias 4 e 5 de abril de 2013, no Edifício-Sede da FIESP, com apoio institucional do Conselho Empresarial Brasil-Estados Unidos, e das associações de classe, terá como principal objetivo promover parceria inédita entre as indústrias de defesa do Brasil e EUA.

As indústrias americanas, detentoras de tecnologias inovadoras com aplicação dual, mostraram interesse em realizar parcerias com a indústria brasileira, possibilitando para ambas entrarem em novos mercados.

A complexidade do setor de defesa requer muito conhecimento técnico e de mercado para que haja sucesso no desenvolvimento de produtos. Para que isso ocorra é necessário o trabalho conjunto entre países, universidades, centros de tecnologia civis e militares, indústrias e órgãos de fomento governamentais.

O evento em pauta terá como metas: apresentar os programas de defesa da Marinha do Brasil, Exército Brasileiro e Força Aérea Brasileira, as diretrizes e apoio do Ministério da Defesa, e de que forma a legislação poderá se adequar para o sucesso do objetivo desejado, além de aproximar as duas indústrias em novas rodadas de relacionamento.

Um documento elaborado simultaneamente por especialistas de ambas as nações será finalizado, aprovado e assinado pelas entidades representativas do setor. Será entregue aos órgãos governamentais dos dois países para análise das propostas que poderão viabilizar as parcerias entre as indústrias de defesa do Brasil e dos Estados Unidos.

Atenciosamente,
Maura Curci
Gerente COMDEFESA

A LÓGICA DO CISNE NEGRO



DESAFIO FAZER ACONTECER...



SECURITY DAY WORKSHOP - SÃO PAULO



TEMOS ORGULHO DE EDUCAR PARA A SEGURANÇA DO BRASIL



NOSSA CONSULTORIA USA O MEG EM NOSSAS ATIVIDADES



PNQ NA PRÁTICA - CICLO 2013


INDICAÇÃO DE LEITURA - A LÓGICA DA GUERRA E DA PAZ



WAGNER GRANS E ULISSES NASCIMENTO,CES



RISCOS NÃO RESPEITAM FRONTEIRAS



DIVISÃO DE DEFESA E SEGURANÇA



DIVISÃO DE SEGURANÇA EM CONDOMÍNIOS VERTICAIS E HORIZONTAIS


terça-feira, 19 de março de 2013

GNA CONSULTORIA CRIA A DIVISÃO DE DEFESA E SEGURANÇA







DEFESA E SEGURANÇA NO SÉCULO XXI


DEFESA E SEGURANÇA NO SÉCULO XXI
Defesa e Segurança no Século XXI
José Monserrat Filho *

 “A eliminação da guerra é o nosso principal problema.”
Hans Kelsen, jurista e filósofo austríaco.¹

Este tema é um super desafio global.² Basta ir à Feira Internacional de Defesa e Segurança “LAAD Defence & Security”. Você vê vendedores, compradores, tecnólogos, especialistas em marketing e geoestratégia de dezenas de países. São fabricantes, fornecedores, pesquisadores e consumidores (públicos e privados) de tecnologias e equipamentos (inclusive espaciais), e serviços para as Forças Armadas, Polícias, Forças Especiais e para empresas de segurança corporativa.
A LAAD, em sua 9ª edição, terá lugar novamente nas amplas dependências do Centro de Convenções e Exposições Riocentro, no Rio de Janeiro, de 9 a 12 de abril próximo. E, claro, deve revelar o estado da arte dos produtos e serviços necessários às ações de defesa e segurança pública e corporativa, além de promover debates sobre as questões pertinentes no mundo atual.
Em 2012, no mesmo local, a LAAD recebeu 14 ministros de Defesa, comitivas oficiais de 63 países, 300 delegados oficiais, 663 expositores de 40 países, 25.800 visitantes de 54 países. Além disso, teve 21 pavilhões nacionais e sua mostra ocupou 50 mil m² de área interna e 10 mil m² de área externa. Assim, há razões de sobra para a LAAD ser considerada a maior e mais importante feira do setor na América Latina.
As atividades de defesa e segurança estão hoje entre as mais intensas, crescentes, perigosas, caras e lucrativas do mundo. Os investimentos, aí, costumam ser milionários, quando não bilionários. São todas elas atividades necessárias e inevitáveis? Muitas o são, sem dúvida, sobretudo as que protegem a ordem constitucional interna dos países. Outras, são altamente polêmicas, tanto no âmbito internacional, como no interno. Ainda há muitas guerras julgadas desnecessárias, injustas e perfeitamente evitáveis. Basta acompanhar as intervenções e votações da maioria dos países na Assembleia Geral das Nações Unidas (ONU) nas últimas décadas.
Certo, já não há mais Ministérios da Guerra, como antigamente. A Carta da ONU, adotada em 1945 após as barbáries da 2ª Guerra Mundial, conseguiu, enfim, pela primeira vez na história do direito internacional, vetar o uso da força, e até mesmo a ameaça de seu uso ¨C ou seja, a guerra e a ameaça de guerra ¨C para resolver litígios internacionais. Ao mesmo tempo, a Carta erigiu o princípio da solução exclusivamente pacífica das controvérsias. Neste novo quadro jurídico, como manter o nome de Ministério da Guerra, se a guerra passara a ser legalmente proibida?
Assim, não cabe mais falar em guerra, só em defesa. Isso muitas vezes corresponde à verdade dos fatos. Outras vezes, seria o caso de voltar ao nome de Ministério da Guerra. E aí, para dissimular o caráter agressivo das ações realizadas ou planejadas, cai bem a palavra “defesa”.
A realidade é que a dobradinha “defesa & segurança” nem sempre aparece como legítima e legal. Certo, todos os países têm o direito inalienável de garantir sua segurança nacional e de se defender de agressões à sua soberania e independência, bem como de qualquer  intervenção em seus assuntos internos. É lícita a intervenção aprovada pelo Conselho de Segurança da ONU, quando  comprovada a prática por um país de genocídio, crimes de guerra, crimes contra a humanidade e crimes de agressão. Violações dos direitos humanos e do direito internacional geral, devidamente demonstradas e apreciadas, também podem ser objetos de condenação por órgãos da ONU ou por suas Cortes Internacionais de Justiça (Corte de Haia e Corte Penal).
No entanto, o ordenamento jurídico internacional vigente, tanto pela letra como pelo espírito, não admite de modo algum ações unilaterais empreendidas por um ou mais países, à revelia da ONU, como não raro tem ocorrido. As decisões arbitrárias minam a convívio normal, regular, cooperativo e razoavelmente justo entre os países E empestam o clima mundial de intranquilidade, ceticismo, desconfiança, medo e ódio.
Em oposição, vale o que afirma Thomas J. Schoenbaum, professor da Universidade George Washington, EUA, e da Universidade Internacional Cristã, Japão: “O estado de direito e o respeito pelas instituições internacionais podem se tornar a pedra de toque das relações internacionais no Século XXI, porque, pela primeira vez na história humana, povos e nações do mundo inteiro abraçaram objetivos e interesses comuns: fim da violência e da guerra, prosperidade econômica, proteção ambiental, redução da pobreza e das doenças, e proteção dos direitos humanos.”3
Na maior parte dos países, inclusive no Brasil, defesa e segurança nacional significam exatamente isso: defesa e segurança nacional. Ninguém deseja ou pretende ir além de suas fronteiras.
O Brasil hoje preocupa-se em manter a soberania nacional intimamente vinculada à defesa do território, e em garantir a segurança pública, como manda a Constituição Federal de 1988. Atitudes e ambições que um dia extrapolaram esse princípio básico, felizmente, ficaram no passado.
Temos nada menos de 16.866 km de fronteiras com dez países vizinhas, onde cultivamos uma convivência respeitosa e construtiva. Zelamos pela integralidade de nossas regiões-limite, com base no Plano Estratégico de Fronteiras (PEF), que visa prevenir e inibir os crimes nas áreas fronteiriças, combater o crime organizado e os traficantes de armas e drogas que se infiltram em nosso país, e melhorar o nível de vida de cerca de seis milhões de pessoas que moram em municípios remotos.4
Nosso Exército atua também em qualquer região do país em que a presença militar se faça imperativa para inibir e enfrentar ações hostis vindas do exterior. Com aviões e equipamentos de alta tecnologia, nossa Força Aérea zela pela soberania de nosso espaço aéreo, para nenhuma aeronave estrangeira invadir o território brasileiro sem a devida autorização. Nossa Marinha realiza ações semelhantes para preservar a integralidade de nossas fronteiras marítimas, que, aliás, são muito ricas.
Desenvolvemos uma Estratégia Nacional de Defesa insuspeita, à qual submetemos o avanço de uma indústria bélica à altura de nossas necessidades e possibilidades legítimas, respeitando os nossos compromissos internacionais. A política de ciência, tecnologia e inovação para a defesa está cada vez mais ligada ao esforço de estimular o progresso científico e tecnológico do país.
É dentro desses parâmetros, conquistados com enorme empenho e juízo, que o Brasil chega mais uma vez à LAAD. Isso seguramente nos estimula a perceber e a cultivar, cada vez mais, a consciencia de que os problemas da defesa e segurança são o maior desafio global do nosso tempo. Dele depende o uso racional e produtivo dos bilhões de dólares hoje desperdiçados em guerras inúteis, desnecessárias, injustas e evitáveis. E dele depende também a conquista de uma paz real e responsável em todo o mundo, essencial para a sobrevivência e o avanço da civilização humana.

* Chefe da Assessoria de Cooperação Internacional da AEB.

Referências

1) Kelsen Hans, jurista e filósofo austríaco (1881-1973), A Paz pelo Direito (original em inglês de 1944), S. Paulo: Martins Fontes, 2011, p. 17.
2) “O rumo mais provável para nosso futuro é o mais perigoso”, escreve o economista Joshua Cooper Ramo, ex-editor da revista “Time”, in A Era do Inconcebível, S. Paulo: Companhia das Letras, 2010, p. 21.
3) Schoenbaum Thomas J., International Relations ¨C The Path Not Taken ¨C Using International Law to promote World Peace and Security, New York, USA: Cambridge University Press, 2006, p. 11.
4) Ver <www.brasil.gov.br/sobre/o-brasil/defesa-e-seguranca-publica>.

sexta-feira, 1 de março de 2013

DIVISÃO DE SOLUÇÕES EDUCACIONAIS - GNA CONSULTORIA LTDA


Operação Volta às Aulas 2013           

Quais são os fatores que determinam a escolha de uma instituição de ensino para a educação de nossos filhos? São inúmeros fatores, dentre eles estão,  o projeto pedagógico, a formação e qualificação dos professores, a tradição, a qualidade das instalações físicas e de atividades complementares, a localização, preço das mensalidades  e com certeza a Segurança e Infraestrutura oferecida às pessoas que participam  do processo  educacional.
Devemos saber qual é o critério de contratação de professores e colaboradores, qual o número de alunos por sala, existe laboratório de informática, quadra e biblioteca, a cantina oferece alimentos saudáveis, a escola segue as  leis de acessibilidade, e como é feita a segurança patrimonial, do trabalho, das informações, de prevenção e combae a incêndios e a segurança dos alunos .
Não existe escola perfeita, mas neste início de semestre , quando visitamos diversos colégios em nossas grandes cidades devemos atentar para a estrutura proporcionada pela escola que garanta a segurança física e pessoal de nossos filhos, devemos inicialmente saber quem é o responsável pela segurança da escola e saber de sua formação e capacitação, existe um projeto de segurança , plano de segurança , um plano de emergência e análise de riscos? Os componentes da segurança escolar e disciplina  são treinados para as suas funções de segurança amigável ? Como eles comunicam-se entre si, há rádio comunicação , celulares e Nextel ?  Os pais são fundamentais no processo de efetivação de um bom  modelo de segurança educacional, a fiscalização de todos determinará a diminuição de perigos e dos riscos envolvidos.
Ao chegar na Escola você deve verificar como é o sistema de controle de acesso e identificação e se a região onde a escola é localizada é violenta ou não. Muitas vezes os crimes e   delitos são diários e o trânsito trará riscos aos seus filhos, verifique a quantidade de bares e lanchonetes no entorno e a presença de ambulantes. Atualmente na cidade de São Paulo está em vigor a lei número 14.492  da Área Escolar de Segurança   que obriga a Prefeitura a realizar um conjunto de ações preventivas em parceria com a comunidade escolar, para melhorar a segurança das escolas . A Polícia Militar do Estado de São Paulo possui os Programas de Ronda Escolar e PROERD e a GCM tem patrulhamento eficiente para as escolas municipais. A segurança escolar é assunto importante que deve ser tratado com professores, pais,  alunos e especialistas em educação e segurança para que possamos reduzir o número de ocorrências , a violência e o crime em São Paulo e região.
Outro aspecto importante a verificar é o denominado escudo escolar, veja o estado dos portões da escola, se existem alarmes, verifique se há câmeras de vigilância e monitoramento nos locais adequados, e é muito importante verificar se os equipamentos de prevenção e combate a incêndios foram inspecionados pelos Bombeiros e se a prevenção de acidentes é uma cultura da escola, fale com o técnico de segurança da instituição. Muitos acidentes ocorrem na região de quadras, piscinas  e laboratórios de física e química e estes locais devem ter normas específicas de funcionamento.
Verifique como é contratado o Transporte Escolar, se está regularizado e se  a documentação dos condutores e do veículo estão em dia, alguns colégios de São Paulo possuem veículos rastreados por satélite e equipes especializadas neste serviço.
Creio que estes pequenos lembretes podem fazer com que seu início de semestre letivo de 2013  seja mais tranquilo, pois nossa atenção e dos professores  deve estar voltada à melhor maneira de educar os filhos. A parceria com a escola  é uma aliança para que a educação escolar complemente a educação familiar.

Bom primeiro semestre a todos, segurança é  a prioridade .

Autor Ulisses Nascimento – Consultor  de Segurança Educacional