quinta-feira, 31 de janeiro de 2013

sábado, 26 de janeiro de 2013

RISCOS GLOBAIS - GNA CONSULTORIA LTDA.


RISCOS GLOBAIS 2013 - WORLD ECONOMIC FORUM

RISCOS GLOBAIS 2013 - WORLD ECONOMIC FORUM
O relatório Riscos Globais 2013 do Fórum Econômico Mundial baseia-se numa pesquisa com mais de 1000 especialistas da indústria, do governo, de universidades e da sociedade civil, que foram questionados sobre as perspetivas em relação a 50 riscos globais.

O risco global que os questionados classificaram como mais provável de ocorrer nos próximos dez anos é a grave disparidade econômica, enquanto o risco que foi avaliado como de maior impacto, caso ocorra, é o de uma crise financeira sistêmica. Há também dois riscos que aparecem entre os cinco mais citados tanto pelo impacto como pela probabilidade – os desequilíbrios fiscais crônicos e a quebra no suprimento de água.

As consequências imprevistas da tecnologia em ciências da vida foram a principal preocupação entre os riscos globais quando questionados sobre probabilidades, enquanto consequências imprevistas da regulação foram as mais consideradas na escala de impacto, quando comparadas com o resultado dos últimos cinco anos.

Três Casos de Riscos


Baseado na análise dos inquéritos, na consulta com especialistas e em pesquisas adicionais, o relatório apresenta três casos de riscos. Cada caso representa uma constelação interessante de riscos globais e é explorado seu impacto a nível global e nacional. Os três casos de risco são:

Testando a Resiliência Econômica e Ambiental
A manutenção do estresse sobre o sistema econômico global deverá absorver a atenção dos governantes no futuro próximo. Ao mesmo tempo, o ambiente na Terra está também sendo objeto de um crescente estresse. Choques simultâneos que possam ocorrer nos dois sistemas poderiam desencadear a “tempestade global perfeita”, com consequências potencialmente insuperáveis. Na frente econômica, aresiliência global está sendo testada pelas corajosas políticas monetárias e fiscais de austeridade. Na frenteambiental, a resiliência da Terra está sendo testada pelo aquecimento globaldas temperaturas e por eventos meteorológicos extremos, que têm a tendência de se tornarem mais frequentes e severos. 

Um colapso repentino e massivo de uma frente certamente vai comprometer as chances de a outra desenvolver uma solução efetiva e de longo prazo. Dadas as probabilidades de futuras crises financeiras e de catástrofes naturais, existem formas de construir a resiliência nos nossos sistemas econômicos e ambientais ao mesmo tempo?

Crises Digitais num Mundo Hiperconectado
Em 1938, milhares de norte-americanos confundiram a adaptação do romance de H.G. Wells A Guerra dos Mundos com uma transmissão real e entraram em pânico, acreditando que os Estados Unidos estavam sendo invadidos por marcianos. É possível que a Internet seja a fonte de uma onda de pânico comparável, mas com consequências geopolíticas graves? A mídia social permite a disseminação de informação por todo o mundo a uma velocidade estonteante, num sistema aberto em que normas e regulamentos estão começando agora a emergir, mas ainda não foram definidos. Mesmo se os benefícios dos sistemas de comunicação hiperconectada são indiscutíveis, eles podem permitir a disseminação viral de informação que seja intencionalmente ou não intencionalmente enganosa ou provocadora. Imagine-se na vida real se alguém gritar “Fogo!” num cinema lotado. Caso ocorra o equivalente virtual a isso, podem ocorrer danos pela disseminação rápida de informação errada, mesmo se a informação correta for enviada logo a seguir.
Existem formas de criadores e consumidores da mídia social desenvolverem uma ética de responsabilidade e de ceticismo saudável para reduzir o risco de crises digitais?

Os Perigos da Arrogância na Saúde Humana
A saúde constitui um sistema crítico que está sendo constantemente desafiado, seja pelo surgimento de pandemias, seja por doenças crônicas. As descobertas científicas e as tecnologias emergentes permitem que enfrentemos estes desafios, mas os sucessos médicos do século passado também podem criar uma falsa sensação de segurança. Sem dúvida, um dos meios mais efetivos e utilizados para proteger a vida humana – o uso de compostos antibacterianos e antimicrobianos (antibióticos) – pode não ter mais a mesma eficácia no futuro próximo. Cada dose de antibiótico cria pressões seletivas evolucionárias, devido ao fato de algumas bactérias sobreviverem para passarem as mudanças genéticas que permitem que elas façam isso. Até agora, novos antibióticos foram desenvolvidos para substituir os mais antigos, que cada vez são menos eficazes. No entanto, a inovação humana poderá não ser tão rápida que acompanhe a velocidade da mutação bacteriana. Algumas das novas substâncias atualmente em processo de desenvolvimento poderão não ser eficazes contra certas novas mutações de bactérias mortais, criando o risco de pandemias. Existem formas de estimular o desenvolvimento de novos antibióticos, assim como de reunir os incentivos para prevenir o uso excessivo, ou estamos em risco de retornar à época pré-antibióticos, em que um arranhão poderia ser fatal?

Relatório Especial: Resiliência Nacional a Riscos Globais


O Relatório Especial deste ano analisa as dificuldades que os países terão de enfrentar para se prepararem para riscos globais aparentemente fora de sua esfera de controle ou de influência. Uma abordagem possível reside em “pensamentos sistêmicos” e na utilização do conceito de resiliência em relação aos países. O relatório introduz cinco componentes da resiliência – robustez, redundância, engenhosidade, capacidade de resposta e recuperabilidade – que podem ser aplicados a cinco subsistemas do país: econômico, ambiental, governamental, de infraestruturas e social. O resultado é uma ferramenta de diagnóstico para que os decisores políticos possam avaliar e monitorar a resiliência de seus países aos riscos globais.

Fatores X da Nature


Desenvolvidos em parceria com os editores da Nature, uma das principais revistas científicas, o capítulo sobre os “Fatores X” tem em vista ir além do panorama dos 50 riscos globais, alertando os decisores políticos para os cinco divisores de águas emergentes:
• Alterações climáticas: É possível que já tenhamos passado do ponto de irreversibilidade e que a atmosfera da Terra esteja rapidamente caindo num estado de inospitabilidade.
• Ampliação significativa de conhecimentos: Dilemas éticos semelhantes aos do doping nos esportes podem começar a se alargar ao dia a dia; também podem chegar à corrida armamentista.
• Desenvolvimento descontrolado da geoengenharia: Está sendo desenvolvida a tecnologia para manipular o clima; um Estado ou um indivíduo poderão usar isso unilateralmente.
• Custos da longevidade: As conquistas médicas estão prolongando a vida, mas os cuidados paliativos de longo prazo são caros. Cobrir os custos associados ao envelhecimento pode ser uma dificuldade.
• Descoberta de vida extraterrestre: A prova de vida em outros locais do universo pode ter implicações psicologias profundas nos sistemas humanos de crenças.

O relatório Riscos Globais constitui a publicação emblemática da Rede de Resposta a Riscos do Fórum Econômico Mundial, que proporciona uma plataforma independente para os participantes explorarem formas de colaborar na construção da resiliência aos riscos globais. Mais informações podem ser encontradas em www.weforum.org/risk.

FONTE MARSH BRASIL

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

GOVERNANÇA CORPORATIVA


Empresas admitem falha em sua governança corporativa


Mais de 80% de 54 grandes companhias brasileiras dizem estar longe do ideal; 59% não têm comitê de riscos, segundo pesquisa

Brasil Econômico - Natália Flach 

As empresas brasileiras já são capazes de identificar os riscos que correm, mas ainda têm dificuldade para monitorá-los. Essa é a conclusão de uma pesquisa da Deloitte — divulgada ao Brasil Econômico com exclusividade — com 54 companhias, sendo que mais da metade com faturamento acima de R$ 1 bilhão. De acordo com a pesquisa, 72% dos executivos consultados apontaram o item “identificação de fatores de risco de fraude” como ótimo ou bom, mas sobre “definição clara dos indicadores de riscos” 61% assinalaram o tema como “irregular”, “insuficiente” ou que “nem conhecem”.
Quando o assunto é governança corporativa, 83% das empresas ouvidas avaliam que ainda não estão em um estágio ideal e 59% não possuem um comitê direcionado para o gerenciamento de riscos. “Falta capacitação profissional para saber exatamente o que gerir, controlar e monitorar”, diz Alex Borges, sócio da consultoria da Deloitte e especialista em gestão de risco.
Segundo o executivo, as empresas de capital aberto lideram esse movimento de profissionalização e criação de comitês. “Mas as companhias familiares estão indo pelo mesmo caminho. Isso porque muitas delas tiveram perdas inesperadas e estão agora atentas ao atendimento a regulamentações internacionais e nacionais.”
Falta maturidade

Borges explica que as avaliações ainda são muito baseadas em julgamentos. “Esta é a diferença entre a maturidade das companhias brasileiras e as internacionais”, diz. “Demora de três a seis meses para conseguir montar um processo capaz de fazer a identificação dos riscos e, para ter avaliação e monitoramento, leva dois ou três anos.”

Segundo o levantamento, os maiores objetivos com a implantação e fortalecimento do gerenciamento de riscos são: mensurar os riscos da empresa; gerar e preservar valor para os acionistas, estar integrado às estratégias da organização e aos procedimentos de governança corporativa. Ainda de acordo com a pesquisa, 72% dos executivos disseram que aumentou o interesse pelo desenvolvimento de atividades de gestão de riscos em relação a 2011. O principal motivo é a intenção em aprimorar e integrar diversos aspectos de gestão da empresa. Mas apenas 26% dos respondentes informaram que a área de gestão de riscos está muito integrada às demais áreas da empresa. Isso mostra que os funcionários da área ou da função precisam demonstrar os benefícios e o valor desse gerenciamento, agregado de forma a auxiliar e integrar as funções de gestão de riscos existentes nas empresas.
O levantamento aponta ainda que o principal patrocinador das iniciativas de gestão de riscos nas empresas é o presidente (com 23%), seguido do diretor de auditoria interna (19%). Para se ter ideia da importância do assunto no exterior, mais de 75% dos executivos entrevistados nos Estados Unidos responderam que a gestão de riscos mudou em suas empresas devido à volatilidade do mercado nos últimos três anos.


segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

GRANS NASCIMENTO ASSOCIADOS - CONSULTORIA E SERVIÇOS LTDA.


CARO AMIGO E CLIENTE DA GRANS NASCIMENTO CONSULTORIA E SERVIÇOS LTDA,

INICIAMOS MAIS UM ANO E  GOSTARIA DE REFLETIR COM VOCÊ SOBRE ALGUNS PONTOS DE NOSSA TRAJETÓRIA PESSOAL E PROFISSIONAL ,PODENDO ASSIM ENFRENTAR OS DESAFIOS DE 2013 COM ENERGIA E VIGOR.
CREIO QUE DEVEMOS PENSAR NO QUE QUEREMOS PARA 2013, DEVEMOS TER OBJETIVOS CLAROS E DEFINIDOS, UM OBJETIVO POR DIA.PRECISAMOS MOTIVAR A NOSSA EQUIPE DE TRABALHO E A NÓS MESMOS!
VAMOS AJUDAR UMA PESSOA POR DIA? VAMOS ELOGIAR DUAS PESSOAS POR DIA? VAMOS ABRAÇAR TRÊS PESSOAS POR DIA?
QUEREMOS QUE VOCÊ TENHA UM 2013 ALEGRE, FAZENDO COISAS DIFERENTES, DIVERTINDO-SE MUITO MAIS.
DESAFIE-SE SEMPRE. VALORIZE QUEM VOCÊ AMA. BEBA COM MODERAÇÃO, RESPEITE-SE MAIS, CUIDE DE SEU CORAÇÃO.
NÃO TENHA MEDO DAS COISAS QUE NUNCA ACONTECEM...
SEJA VOCÊ PRÓPRIO, E ACREDITE COM TODA FÉ...
DEIXE A SUA MARCA EM TUDO, VOU REPETIR, DEIXE SUA MARCA EM TUDO O QUE FIZER  ! 

A GNA CONSULTORIA E SERVIÇOS LTDA  QUER ESTAR NO SEU RADAR DE NEGÓCIOS EM 2013 , E QUE  A NOSSA MARCA E A SUA SEJAM DEIXADAS EM GRANDES ESTUDOS, PESQUISAS E PROJETOS REALIZADOS...

LIGUE GRANS NASCIMENTO, A CONSULTORIA QUE VIVE, PENSA E RESPIRA SEGURANÇA EM SEU DIA A DIA...

TEL. 0XX11 98834 9838 E 0XX11 3533 2568 EM SÃO PAULO - CAPITAL

DIVISÃO DE SOLUÇÕES EDUCACIONAIS - ESCOLA PROTEGIDA


ASSESSORIA DE SEGURANÇA GNA CONSULTORIA LTDA.


2013 - A LÓGICA DO CISNE NEGRO