quinta-feira, 31 de maio de 2012

REUNIÃO PÚBLICA DO GIASES DIA 30/05/12 NA USJT







segunda-feira, 28 de maio de 2012

BRASIL RUMO AO OURO OLÍMPICO

PROJETOS DE SEGURANÇA - GNA CONSULTORIA LTDA.

COACHING DE CARREIRAS EM SEGURANÇA

SEGURANÇA DE GRANDES EVENTOS


COPA 2014 – OPORTUNIDADE DE TRANSFORMAR A SEGURANÇA PÚBLICA E PRIVADA DO BRASIL

COM A CHEGADA DOS MEGA EVENTOS ESPORTIVOS  NO BRASIL  E OS EVENTOS QUE SERVEM DE LABORATÓRIO ( CONFERÊNCIAS, SHOWS INTERNACIONAIS, CULTURAIS – CARNAVAL/REVEILLON E MARCHAS ) NOS PRÓXIMOS ANOS TEMOS A OPORTUNIDADE ÚNICA   DE MELHORAR A QUALIDADE DAS EQUIPES DE SEGURANÇA QUE DARÃO SUPORTE OPERACIONAL.
SOU CONSULTOR DE SEGURANÇA DA GNA CONSULTORIA E SERVIÇOS LTDA EM SÃO PAULO E TENHO A CONTA DAS NOVAS  MARCAS ESPORTIVAS CLUBE E CARTÃO DO TORCEDOR E CARTÃO OLÍMPICO E ALÉM DE SER UM TORCEDOR DOENTE PELO VERDÃO DO PARQUE ANTÁRTICA E DA NOSSA SELEÇÃO CANARINHO VENHO ESTUDANDO UM NOVO CONCEITO JÁ UTILIZADO  NA EUROPA DE EXPERIÊNCIA DE SEGURANÇA AMIGÁVEL.
DURANTE A COPA DE 2010 DIVERSAS EQUIPES DE OPERADORES DE SEGURANÇA PÚBLICA  ESTIVERAM NA ÁFRICA DO SUL E INICIARAM O TRABALHO PARA QUE OS GOVERNOS FEDERAL ESTADUAIS E MUNICIPAIS ESTEJAM INTEGRADOS PARA A GARANTIA DE AMBIENTES SEGUROS E AGRADÁVEIS PARA OS JOGOS. O QUE SE ESPERA É QUE AS COMPETIÇÕES POSSAM DEIXAR UM LEGADO DE MELHORIAS DE MÉDIO E LONGO PRAZOS EM DIVERSOS SETORES E PRINCIPALMENTE NOS SISTEMAS DE SEGURANÇA DAS GRANDES CIDADES SEDES, FATO QUE QUESTIONO POIS COM OS JOGOS PAN AMERICANOS DE 2007 VIMOS PEQUENAS MELHORIAS NA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, A SEGURANÇA HUMANA FICA SEMPRE RELEGADA A SEGUNDO PLANO.
É PRECISO UM MINUCIOSO PLANEJAMENTO DE SEGURANÇA, COM UMA ANÁLISE DE CENÁRIO PROSPECTIVO PROFISSIONAL E LEVANTAMENTO DOS FATORES DE RISCO ENVOLVIDOS QUE ESTÁ SENDO FEITO POR ESPECIALISTAS INTERNACIONAIS E BRASILEIROS EM GERENCIAMENTO DE RISCOS E SEGURANÇA DE GRANDES EVENTOS ESPORTIVOS EM COOPERAÇÃO COM O GOVERNO BRASILEIRO BASEADO EM NORMAS TÉCNICAS E LEGISLAÇÃO APLICADA.
AS OPERAÇÕES DE SEGURANÇA PÚBLICA E SEGURANÇA PRIVADA ESTÃO MOSTRANDO UMA NOVA FACE MAIS AMIGÁVEL, O PROFISSIONAL DE SEGURANÇA DEVE SER QUALIFICADO E ALÉM DOS ASPECTOS OPERACIONAIS DEVE SER RECEPTIVO E MUITAS VEZES DOMINAR OUTRAS LINGUAS, SER GENTIL E PRESTATIVO – ORIENTADOR E FACILITADOR - PREVENTIVO.
EM ALGUMAS PESQUISAS VEMOS QUE  O TREINAMENTO DE POLICIAIS AMIGÁVEIS É FATO NO BRASIL, A VISÃO DO COMUNITÁRIO E DO PACIFICADOR JÁ ESTÃO SENDO APLICADOS EM SÃO PAULO, RIO DE JANEIRO, SALVADOR E BRASÍLIA.
OS MAIORES RISCOS SEGUNDO OS ESPECIALISTAS CENTRO INTERNACIONAL PARA A SEGURANÇA DO ESPORTE ( ICSS ) SÃO OS ASSALTOS E FURTOS, O TREINAMENTO DE POLICIAIS E MONITORES DE SEGURANÇA DOS ESTÁDIOS  NÃO DEVE SER PARA SOMENTE PREVENIR CRIMES MAS PARA LIDAR COM TORCEDORES DE UMA FORMA AMIGÁVEL. O GRANDE DESAFIO SERÁ TRANSMITIR A FILOSOFIA DO  EVENTO PARA MILHARES DE PROFISSIONAIS ALÉM DA REDUÇÃO DOS INDICADORES CRIMINAIS.
SEGUNDO O SR. HEINZ PALME ( CONSULTOR DE NEGÓCIOS ESPORTIVOS )  DURANTE A FEIRA SOCCEREX NO RIO DE JANEIRO  , A SEGURANÇA DEVE DEIXAR UM LEGADO , POIS OS EVENTOS ESPORTIVOS CRIAM CLIMA POSITIVO, E DEVEM PERMANECER DURANTE ANOS.
A DIMENSÃO DO EVENTO É O GRANDE DESAFIO, É PRECISO DESENVOLVER UM CONCEITO PARA TODAS AS ÁREAS BASEADAS NAS REGULAÇÕES DA FIFA E NAS NECESSIDADES DAS AUTORIDADES LOCAIS.
O BRASIL PRECISARÁ TER PESSOAS TREINADAS E CAPACITADAS PARA DIVERSAS FUNÇÕES, AS EXIGÊNCIAS SERÃO MUITAS, PRECISAREMOS TER STEWARDS ( ESPÉCIE DE MONITOR TREINADO PARA ZELAR PELA SEGURANÇA DAS ARENAS ), PARA CADA ARENA SERÃO MIL MONITORES. É PRECISO TRANSMITIR UMA NOVA FILOSOFIA ( FAZER AMIGOS E SURPREENDER ) PARA VOLUNTÁRIOS, STEWARDS E POLICIAIS.
O CONVITE À CELEBRAÇÃO DEVE SER A FILOSOFIA DA COPA DE 2014, POIS TEMOS UM POVO FESTIVO E ANFITRIÃO.
NÃO DEVE SER DESCARTADO O RISCO DE ATENTADOS TERRORISTAS, FATO QUE AFETARIA A IMAGEM DO BRASIL NO MUNDO E A PREPARAÇÃO DAS FORÇAS POLICIAIS E OPERAÇÕES ESPECIAIS  ESTÁ SENDO INTENSIVA. O COL ( COMITE ORGANIZADOR LOCAL ) E A FIFA NÃO QUEREM POLICIAIS DENTRO DOS ESTÁDIOS E DENTRO DA ZONA DE ACOLHIMENTO DO TORCEDOR ,  A SEGURANÇA DEVE AGIR DE FORMA CALMA E SUAVE.
TEMOS CONHECIMENTO DE QUE FOI REALIZADA A PRIMEIRA REUNIÃO ENTRE AS ENTIDADES DE CLASSE E DE SINDICATOS DE SEGURANÇA PRIVADA DAS 12 CIDADES SEDE COM A GERÊNCIA GERAL DE SEGURANÇA DO COMITÊ ORGANIZADOR LOCAL DA FIFA NO RIO DE JANEIRO. QUAL O MODELO DE SEGURANÇA A SER IMPLEMENTADO NAS COPAS DAS CONFEDERAÇÕES E DO MUNDO. COMO SERÃO CONTRATADAS AS EMPRESAS? QUEM ESTÁ ORGANIZANDO O CURSO DE EXTENSÃO PARA GRANDES EVENTOS? 
APENAS VIGIALANTES HABILITADOS PELA POLÍCIA FEDERAL COM CURSOS DE EXTENSÃO E DESARMADOS ESTARÃO DENTRO DAS ARENAS, NAS ÁREAS DE CIRCULAÇÃO DE PESSOAS, ESTACIONAMENTOS, E NO CONTROLE DO ACESSO , O CURSO ESTÁ SENDO ELABORADO COM BASE NO REGULAMENTO DA FIFA, MATERIAIS NACIONAIS E INTERNACIONAIS E CONHECIMENTO DE ESPECIALISTAS.
A CONCLUSÃO É QUE A INTEGRAÇÃO ENTRE AS FORÇAS DE SEGURANÇA PÚBLICA E SEGURANÇA PRIVADA SEJA FATO E NA ASSIMILAÇÃO DESTA FILOSOFIA DE EXPERIÊNCIA DE SEGURANÇA AMIGÁVEL, QUE DESDE JÁ PODEMOS APLICAR EM NOSSAS EMPRESAS E ORGANIZAÇÕES ONDE O PORTEIRO, O VIGILANTE, O SUPERVISOR E COORDENADOR DEVEM SER MODELOS E EXEMPLOS DE PROFISSIONALISMO, MOSTRANDO A QUALIDADE NA PRESTAÇÃO DOS SERVIÇOS E A EFICIÊNCIA DE UM SIMPLES GESTO DO SORRISO E DA AMIZADE E CONFIANÇA.

ULISSES FERREIRA DO NASCIMENTO, GSP, MBS, CES
CONSULTOR DA GNA CONSULTORIA E SERVIÇOS LTDA

IMERSÃO EM SEGURANÇA - CURSO DE FÉRIAS

sexta-feira, 25 de maio de 2012

GESTÃO DE RISCOS E ISO 31000

Referência mundial

21 Mai de 2012 | GRC Management
Saiba o que mudou no cenário de gestão de riscos depois do lançamento da ISO 31000, de acordo com o Diretor de Tecnologia e Sócio-Fundador da Módulo Alberto Bastos.

Desde o lançamento da ISO 31000, em novembro de 2009, as corporações contam com uma norma de gestão de riscos com reconhecimento internacional. Essa série de orientações da International Organization for Standardization (ISO) fornece diretrizes para implementar a gestão de riscos em organizações de qualquer tipo, tamanho ou área de atuação. Em entrevista à GRC Management, Alberto Bastos, Diretor de Tecnologia e Sócio-Fundador da Módulo e Coordenador, no Brasil, da Comissão Especial da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) sobre as Normas de Gestão de Riscos, fala sobre os benefícios da ISO 31000 e a participação do Brasil nesse cenário.
GRC Management - Quais são os principais pontos tratados na ISO 31000 e o que mudou no cenário de gestão de riscos após o seu lançamento?
Alberto Bastos - A ISO 31000 é hoje a referência internacional em gestão de riscos. Foi lançada mundialmente em 13 de novembro de 2009 e, no Brasil, foi traduzida e publicada pela Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) como norma brasileira ainda em novembro. Junto com a ISO 31000, também foi publicada a ISO Guia 73, que contém a terminologia e os conceitos usados em gestão de riscos.
A ISO 31000 é uma norma com apenas 24 páginas e que contém princípios e diretrizes genéricas para a gestão de riscos nas organizações de todos os tipos e tamanhos. A partir do lançamento da norma, pretende-se que ela seja utilizada para harmonizar os processos de gestão de riscos tanto em normas atuais como em futuras. Nesse sentido, foram lançados diversos outros padrões, normas e regulamentações sobre gestão de riscos e que se baseiam nos conceitos e linguagem da ISO 31000, como, por exemplo, a ISO/IEC 27005 – norma específi ca de gestão de riscos em segurança da informação.
GRC Management - Quais são os principais conceitos da gestão de riscos aplicados hoje e que têm base na norma ISO 31000?
Alberto Bastos - A ISO 31000 estabelece onze princípios básicos que devem ser observados para uma gestão de riscos efi caz nas organizações, em todos os níveis.
A norma também descreve os componentes necessários a uma estrutura de gestão de riscos com os fundamentos e arranjos para incorporá-la por toda a organização, em todos os níveis, e a forma como eles se inter-relacionam de maneira interativa. Outra parte importante é a que fornece o processo padrão que contém as atividades de gestão de riscos. Convém que esse processo seja parte da gestão, incorporado à cultura e às práticas, e adaptado aos processos de negócios da organização.
Finalmente, a norma oferece um anexo informativo que contém atributos de uma gestão de riscos avançada para auxiliar as organizações a medirem seu desempenho e indicadores tangíveis para cada atributo.
GRC Management - As organizações estão buscando se adequar à ISO 31000? De que forma?
Alberto Bastos - As empresas vêm utilizando a ISO 31000 como referência para concepção e implementação de planos e estruturas para gestão de riscos, levando em conta as suas necessidades específi cas, segundo seus objetivos, estrutura, processos, funções, produtos, serviços e práticas específi cas empregadas.
GRC Management - Ela é válida também para pequenas empresas ou apenas para as de grande porte?
Alberto Bastos - A norma pode ser utilizada por empresas de todos os tipos e tamanhos, seja empresa pública, privada ou comunitária, associação, grupo ou indivíduo. Portanto, não é específi ca a uma indústria ou um segmento e pode ser aplicada também a todos os tipos de riscos, sejam estratégicos, fi nanceiros ou operacionais.
GRC Management - Qual é o papel da Módulo como parceira das organizações que almejam a excelência em gestão de riscos com base na ISO 31000?
Alberto Bastos - A Módulo tem colaborado ativamente com o desenvolvimento de normas de gestão de riscos e padrões em segurança da informação. No Brasil, coordeno pessoalmente o Comitê de Gestão de Riscos da ABNT, composto por mais de 500 empresas dos mais diferentes setores, como bancos,indústrias, hospitais, universidades, tecnologia, seguradoras, telecomunicações, energia etc. Em TI, o foco da Módulo é contribuir para o desenvolvimento de padrões relacionados à segurança da informação, como a série de normas ISO 27000 e ISO 20000, além de apoiar a tradução de frameworks como o COBIT – Control Objectives for Information and related Technology.
Nos EUA, estamos participando de grupos de trabalho ligados a defesa cibernética e interoperabilidade de sistemas de segurança da informação, como, por exemplo, membros do Conselho do OVAL – Open Vulnerability and Assessment Language e do CCE – Common Confi guration Enumeration.
GRC Management - Existem modelos de aplicação dessa nova norma? Como são?
Alberto Bastos - Recentemente, a ISO criou um comitê internacional composto por 35 países para desenvolver a ISO 31004 – diretrizes para implementação da ISO 31000, que fornecerá orientações práticas e informações detalhadas de como as organizações podem implementar a estrutura e os processos defi nidos na ISO 31000. A primeira reunião desse comitê ocorreu em setembro, em Londres. Eu estive lá, coordenando a delegação brasileira que participou de forma ativa dos trabalhos.
GRC Management - Quais são as diferenças entre o modelo de gestão de riscos baseado na ISO 31000 e os outros?
Alberto Bastos - Por se tratar de norma ISO, tem reconhecimento internacional e está disponível em vários idiomas. É fruto de um trabalho que envolveu centenas de especialistas de vários países, com experiências e conhecimentos nos mais variados tipos de empresas e organizações. Trata de objetivos nos seus mais diferentes aspectos, sejam negativos ou positivos, como metas fi nanceiras, de saúde e segurança ou ambientais, e que podem ser aplicados a diferentes níveis (tais como estratégico, em toda a organização, de projeto, de produto e de processo).
GRC Management - Existem diversos cursos sobre a ISO 31000 e muito se fala dela. Por que essa norma é tão importante?
Alberto Bastos - Todas as atividades de uma organização envolvem risco. Hoje em dia, as empresas estão tratando internamente a gestão de riscos de diferentes modos, áreas e níveis e utilizando termos e conceitos distintos. Isso cria uma verdadeira “Torre de Babel”, onde pessoas, áreas ou funções, dentro da própria organização, falam línguas diferentes. É preciso criar uma linguagem comum, e a ISO 31000 descreve exatamente esse processo de forma sistemática, lógica e em detalhes.

sexta-feira, 4 de maio de 2012

SEGURANÇA EM ESCOLAS NO RIO DE JANEIRO

2/5/2012 às 18h32 - Atualizado em 2/5/2012 às 18h35

Noventa escolas no Rio de Janeiro terão segurança feita por PMs

Folha Vitória
Agência Estado
Redação Folha Vitória
Rio de Janeiro - Noventa escolas estaduais no Rio de Janeiro, 37 delas na capital, terão segurança feita por policiais militares armados que trabalharão no horário de folga do serviço regular. Os 400 PMs atuarão principalmente na porta e no entorno, mas poderão também entrar nas escolas, em caso de ocorrências graves, desde que haja um pedido da direção.

Coordenador do Programa Estadual de Integração da Segurança (Proeis), o coronel Odair de Almeida Lopes Júnior disse nesta quarta-feira, durante a assinatura do convênio entre as secretarias de Segurança e de Educação do Estado, que revistas de alunos só acontecerão "mediante solicitação bem fundamentada do diretor da escola e na presença dele". "Revista não é nossa prioridade. Só acontecerá em situação extrema", afirmou o oficial. Segundo o PM, os policiais tentarão coibir o aliciamento de alunos e a venda de drogas nas proximidades das escolas e poderão agir também em casos de bullying, além de organizar o trânsito. Durante a noite, trabalharão na vigilância para evitar invasão e roubo.

O coronel justificou o uso de armas pelos policiais: "O policial fardado e desarmado não é policial militar. A polícia não vai às escolas para constranger, mas para levar segurança". Segundo o coordenador, as escolas começaram nesta quarta-feira a receber os PMs, em caráter experimental. "Começamos com o projeto piloto e vamos ver os ajustes necessários", afirmou o secretário de Educação, Wilson Risolia.

Nas 90 escolas incluídas nesta primeira fase do projeto, estudam 115.490 alunos e trabalham 6.279 professores. O secretário de Segurança, José Mariano Beltrame informou que, na semana que vem, os PMs passarão por três dias de treinamento, que terá como foco principal o trato com crianças e adolescentes. Segundo Beltrame, com um segundo trabalho oficializado na hora de folga, a tendência será de diminuir os "bicos", em que os PMs trabalham ilegalmente como seguranças, sem qualquer garantia trabalhista e "totalmente desamparados".

Escolhida para discursar em nome dos alunos, Aimée Pereira, de 17 anos, disse que espera, com os colegas, ter "uma visão diferenciada dos policiais" e lembrou a tragédia da escola municipal em Realengo (zona oeste) onde um ex-aluno assassinou 12 adolescentes, em abril do ano passado. "Não temos que temer os policiais, temos que temer os bandidos. Esperamos que situações como Realengo não aconteçam de novo", disse Aimée.

O governador Sérgio Cabral afirmou, em discurso, que "as 90 escolas vão ganhar outro nível de valor, os pais, os alunos e os professores terão outro nível de tranquilidade". Os policiais receberão R$ 200 por turno de oito horas trabalhado nas escolas, durante a folga, com limite de 12 turnos por mês. No caso dos praças, o pagamento será de R$ 150 por turno.

quinta-feira, 3 de maio de 2012

PLANO NACIONAL DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO

PLANO NACIONAL DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO

Governo lança Plano Nacional de Segurança e Saúde no Trabalho

27/04/2012 às 13h23
Os ministérios do Trabalho e Emprego, Previdência Social e Saúde lançaram, nesta sexta-feira (27), o Plano Nacional de Segurança e Saúde no Trabalho. O plano tem a finalidade de integrar as ações de melhoria da qualidade de vida do trabalhador e a prevenção de acidentes e danos à saúde relacionados ao trabalho.
Em novembro de 2011, foi publicado o Decreto 7.602, assinado pela presidenta Dilma Rousseff, que estabeleceu a Política Nacional de Segurança e Saúde no Trabalho. O Plano traça os objetivos, estratégias e ações concretas para atender os princípios e as diretrizes da Política.
Entre os objetivos definidos no Plano está a harmonização da legislação trabalhista, sanitária e previdenciária relacionada à saúde e segurança do trabalho; a integração das ações governamentais para o setor; a adoção de medidas especiais para atividades com alto risco de doença e acidentes e a criação de uma agenda integrada de estudos em saúde e segurança do trabalho.
O plano foi elaborado por uma Comissão Tripartite, com representantes do governo, trabalhadores e empregadores. A Secretária de Inspeção do Trabalho, do Ministério do Trabalho e Emprego, Vera Albuquerque, destacou que o trabalho conjunto tem proporcionado melhora para as condições de trabalho.
“O Plano é resultado de trabalho conjunto, que tem trazido resultados. Verificamos, a cada ano, crescente diminuição da taxa de acidentes no ambiente de trabalho”, destacou a secretária. Vera Albuquerque disse ainda que para a elaboração do Plano, os trabalhadores foram entrevistados e apresentaram ações de melhoria para a área. “O Ministério do Trabalho contribuiu com a experiência. Os nossos fiscais são os primeiros a enxergar os riscos a que estão submetidos os trabalhadores dentro de seus próprios ambientes de trabalho”, acrescentou.
De acordo com a diretora da Organização Internacional do Trabalho (OIT) no Brasil, Laís Abramo, a saúde e a segurança do trabalhador é condição para o trabalho decente. “Não se pode falar em trabalho decente sem focar a saúde e na segurança do trabalho”, disse. Segundo a diretora, a elaboração da política e do plano é uma demonstração do vigor do diálogo social. “O Brasil está dando um grande exemplo neste aspecto”, declarou ela.
O diretor do Departamento de Segurança e Saúde no Trabalho, do Ministério do Trabalho, Rinaldo Marinho, ressalta que parte das ações abordadas pelo Plano já eram executadas pelo governo, em suas políticas setoriais. “A inovação é que a vigilância, o acompanhamento e as execuções das ações passam a ser articulada, tanto pelo governo quanto com a sociedade”, disse.
Fonte: Portal do Planalto